14 March 2007

DESAMOR


Ternura insatisfeita.
Carinho morto antes de
se manifestar.
Palavras encarceradas
na solidão.
Melancólica saudade do
que não existiu
nem existirá.
Dores incógnitas
desenhando marcas
em um corpo estéril.

Saramar

Imagem: Alfred Gockel

4 comments:

Esyath Barret said...

Saramar,


o tal do desamor é assim, constrói um muro em sua volta para que o afeto não entre, mas ao tempo, fica amarrando em si vontades loucas de sair e bradar que deseja ser amado e ser feliz...
O tal do desamor é frágil na opinião de uns, covardes na opinião de outros... na minha é apenas um ser sem vida, sofrido justamente por esta falta de brilho que o tal do Amor traz a todos nós!

*Te linkei! Tem problema?

Bjs (Des)conexos!

Bill said...

Nostálgico cheio de desejos escondido...
Desamor que desaba sempre aos pés de quem sonha.

Segue sempre.

ADoro suas palavras

;***

Luna said...

O frio da ternura, arrefece a alma
***

Anne Baylor said...

Saramar!!
Que visita graciosa!!
Obg..
Visitarei sempre..
Linko vc.
Bjo grande